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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Dança e cadeira de rodas combinam?


             Há uns dois anos, o músico Weverton Costa (não de sangue, mas meu irmão) ao observar e compreender os meus desafios diários acabou compondo a música Fronteiras & barreiras e desde então a frase: “Na vida sempre vamos encontrar fronteiras e barreiras que temos que quebrar” tem me ensinado a batalhar por tudo o que almejo, também anda me incentivando a ser uma garota forte, da qual vive intensamente sem dá a mínima para o amanhã e que ao amanhecer dos dias acorda disposta a quebrar todas as dificuldades e paradigmas propostos pela sociedade.
                No entanto, na medida em que as pessoas foram convivendo, conhecendo os meus sonhos e até onde a deficiência me limitava, elas se tornaram as principais descobridoras dos meus talentos: com as palavras; no esporte; e agora na dança.
Dançar em uma cadeira de rodas? É quem diria. Realmente a composição de Weverton é um pequeno espelho da vida. Nós encontramos tantas pedras no caminho, empecilhos que incessantemente lutamos para vencê-los, porque sabemos que por de trás de tudo isso existe uma felicidade a nossa espera, contudo, a dança foi mais um obstáculo, do qual resolvi ultrapassar. Ela começou a fazer parte do meu dia a dia a mais ou menos um ano por incentivo do dançarino da APAE, Aldinei Gomes.
Na 1ª semana quando vi os níveis dificultosos de cada passo minha frase foi: “Definitivamente eu não nasci para isso.” Mas com o passar do tempo, conforme fui sendo encorajada, tendo foco e ganhando o apoio de todos, principalmente do meu professor de dança Aldinei, eu fui me apaixonando e aprimorando cada vez mais nessa belíssima arte.
Lembram-se da frase dos primeiros ensaios? Então, ela deu lugar a muitos outros sonhos. Eu respirei fundo e fui... Deixei-me embalar ao som da música, comecei a se dedicar, dá o melhor de mim mesmo, pois além de saber que seria um desafio e tanto, também sabia que ao realizar os inúmeros passos e exercer com sucesso os mais variados estilos de dança eu teria uma imensa felicidade.
Já fiz apresentações de Balé e Salsa. O Balé foi o que mais exigiu de mim, na verdade era um sonho, sempre achei lindo e meigo as bailarinas de pontinha de pé, aquelas piruetas e pensava consigo mesma: “Será que um dia vou dançar assim como elas?”. Com ajuda, paciência, disposição do Aldinei, eu consegui, fiquei de pontinha de pé também, até piruetas teve (rs). Mal sabia se ria ou chorava, mas uma coisa é certa, por dentro eu estava explodindo de alegria.
Daqui para frente pretendo continuar dançando, aceitando ser desafiada pelos passos, ritmos e quem sabe além de escritora seguir profissionalmente na dança. Enfim, agora só me resta agradecer a todos que me apoiaram, a APAE e ao Aldinei que me pôs nessa berlinda, mas que acima de tudo acabou me mostrando que a dança também não é impossível para uma cadeirante, aliás, nada nesse mundo é quando temos garra.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Paralimpíadas Escolares 2013



           Ganhar, perder e evoluir? Foi isso o que a vida me ensinou, principalmente nesses últimos meses.
Como dizia Renato Russo: “Quem acredita sempre alcança”, contudo, nos últimos tempos eu acreditei e alcancei tantos sonhos, tantos objetivos, dentre eles: a criação do projeto ”Acessibilidade por um mundo melhor”; a minha trajetória no Ensino Médio; e as Paralimpíadas Escolares.
Bom, para quem não conhece a Paralimpíadas Escolar é tida como o maior evento envolvendo esportes e pessoas com limitações, do qual tem como principal finalidade estimular a participação dos jovens estudantes com deficiência física, visual e intelectual de todas as escolas do território brasileiro em atividades esportivas e assim promover a ampla mobilização em torno de exercícios.
Em virtude disso, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) me concedeu a imensa honra de participar das Paralimpíadas Escolares 2013, sediada em São Paulo, sendo eu uma das atletas representantes do estado do Acre, na modalidade Bocha (Esporte adaptado para cadeirantes).
Durante essa viagem tive a certeza de que a vida é apenas uma questão de superação, pois quando temos determinação ninguém nos segura. A ida à São Paulo me proporcionou uma felicidade  enorme, me fez competir e aprender com belos exemplos de perseverança; me classificar para  o campeonato regional do meu Estado; fez-me viver aventuras tidas como novas experiências; conhecer e fazer novos laços de amizade; e também perceber que uma derrota nos ensina mais do que mil vitórias.
Um dia me disseram que só você pode escrever sua própria história, portanto, eu realmente estou escrevendo a minha.
Enfim, só quero agradecer a APAE por me dar a grande oportunidade de viver momentos incríveis, de poder interagir com atletas de todos os estados brasileiros, nossa, para eu ter participado das Paralimpíadas Escolares 2013 mesmo perdendo nas quartas de finais para o estado de Santa Catarina e não ganhando medalhas, já foi uma vitória imensa.


Valeu a todos que torceram e vibraram por mim, valeu gente, valeu São Paulo!




    







sábado, 11 de outubro de 2014

Concurso Jovem Senador

           Todos sabem que eu sou apaixonada pela escrita, pois é nela que tenho a liberdade de expressar minhas opiniões sobre as injustiças existentes no mundo e por adorar escrever, esse ano participei de um concurso de redação intitulado Jovem Senador.
O concurso proporciona a 27 estudantes de cada unidade federativa uma viagem à Brasília para vivenciarem o trabalho de senadores brasileiros, discutindo propostas relacionadas com o poder legislativo e assim com o consenso do senado criar projetos de lei baseado nos assuntos das respectivas redações.
O tema de 2014 foi “Se eu fosse um senador”, contudo, como sou uma jovem que luta por melhorias para os deficientes viverem dignamente em sociedade, me dediquei dois meses escrevendo uma redação que ressaltava sobre acessibilidade uma questão bastante importante para uma parcela considerável da população, mas já que não gera lucro e os governantes não necessitam dela, a maioria deles não dá a mínima atenção para a causa.
Foi frustrante e lastimável saber que a comissão julgadora do Acre e do Senado Federal escolheram vencedoras temáticas clichês, tal como: educação, saúde e segurança pública. Mas, eu sei que mesmo sem a ajuda do senado, eu vou realizar o meu sonho de ver o meu país totalmente acessível não só para deficientes, como também para os idosos e as grávidas.
Eis aqui a minha redação:


                O Ser e o clamor pela acessibilidade
             A expressão “ser alguém” traz uma ideia de permanência e “se eu fosse uma senadora” não expressa certeza. Em uma perspectiva temporal podem ser corrigidas para “estar alguém”. Isso significa adotar um perfil moral e ético em relação aos problemas sociais, políticos e econômicos. Quem “estar senador” tem que possuir princípios, que lhe permita compreender situações sensíveis como a dos deficientes que desde tempos semotos têm clamado pela acessibilidade visando sua adaptação, locomoção e inclusão no âmbito social. Historicamente é possível compreender que eles sempre estiveram à margem da sociedade e dos seus interesses.
          A sociedade por ignorância sempre provocou a exclusão social e a aniquilação das pessoas com deficiência. Na Grécia Antiga, Esparta possuía uma educação militarista rude. Resguardava o culto de um corpo atlético e perfeito, pois queriam transformar seus cidadãos em modelos de soldados, fortes e corajosos. Os deficientes recém-nascidos eram lançados ao mar ou de precipícios, já que este povo, baseados em suas crenças religiosas acreditavam muitas vezes que a criança deformada era uma maldição, mandada pelos deuses. A literatura medieval coloca os anões e os corcundas como focos de diversão dos mais abastados. Tribos indígenas, no Brasil, cruelmente, enterram vivos os excepcionais. Apesar da precariedade das épocas e povos, surgiram poetas, físicos, matemáticos e astrônomos, que superaram a deficiência e fizeram jus aos seus nomes.
        Na dinâmica da existência humana há espaço tanto para mudanças quanto para continuidades. Ser senador é poder compreender o suplício dos deficientes, abandonar a ignorância preconizada por nossos ancestrais, propor mudanças e dar continuidade a políticas que já funcionam. Porém, a integração de deficientes ao meio é um processo lento. E sem a força do senado, paulatinamente, permanecerá no estado em que se encontra, apesar de uma grande diversidade de ONGs e instituições se empenharem na criação de projetos e programas em prol da inclusão social.
        Atualmente, a escassez de rampas, transportes, banheiros acessíveis e rebaixamentos de calçadas acabam gerando exclusão de muitas pessoas. Esta precariedade descumpre a constituição brasileira, ao que se refere: o direito de deslocamento, defendido pela lei de ir e vir. Nesse sentido, o projeto jovem senador deve mobilizar a sociedade para uma conscientização mais ampla na luta das pessoas especiais pelo fácil acesso a todos os recintos.
           É necessário levantar uma bandeira em prol dos que clamam por esta causa  para que assim possa haver mudanças no cenário insatisfatório em que vivem as pessoas deficientes. Ética e moralmente, quem “estar senador” deve ser pró-ativo, disciplinado, comprometido, dinâmico, metódico, responsável, concentrado, honesto, ter a capacidade  de observação, distinguir e organizar prioridades assim, ser capaz de trabalhar para que se cumpram as leis vigentes na carta magna e buscarem com uma maior vontade política, criar projetos que permitam a adaptação, locomoção e inclusão social dos deficientes, atendendo ao clamor da acessibilidade.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Palavras: o consolo da existência


         Sabe quando o seu mundo parece desabar sobre sua cabeça? Quando você quer mais é sumir? Ficar longe dos ruídos que te atormentam em volta? É, têm dias que quero ficar assim: longe de tudo e todos.
         No meio de tantos problemas, tantos tombos ao longo do caminho, só as palavras me compreendem sabe? Pois são nelas que declaro meus medos, angústias e alegrias.
Algum tempo atrás, aprendi que ao escrever posso demonstrar os meus sentimentos, posso chorar, posso me recordar, eu posso simplesmente, reviver os meus melhores momentos. Descobri que para pessoas como eu, a vida possui um sentido maior quando você expressa seus sentimentos em um papel, um teclado, um espaço que é inteiramente seu, porque você decide o que será escrito e o que não será. Aprendi que com isso, é quase como dominar os próprios pensamentos e emoções. Aprendi que o legal é poder compartilhar o que há no seu interior com outras pessoas, fazendo com que elas possam se sentir bem lendo o que você transmite.
Eu entendi que esse é o meu espaço, uma parte do mundo em que eu vivo, um pedaço do meu sentimento transportado mundo afora, que ao ler um texto, você pode recordar com as mais claras e belas lembranças os momentos mais incríveis da sua existência. Escrevendo eu aprendi muito sobre como sou, como vou passar a agir, como vou me sentir, como vou aconselhar a mim mesma, porque a verdade é que eu me consolo com meus próprios textos.
                            

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Evento “Resgatando a MPB e o Rock Nacional”

Perfeição? Sabemos que não existe ninguém ou coisa perfeita, porém, por alguns segundos podemos tornar algo perfeito e mudar essa realidade.
Descrever cada detalhe, cada gesto de carinho ganhado no evento Resgatando a MPB e o Rock Nacional” para mim será um grande desafio, mas vamos lá!

O evento o qual visava divulgar a campanha “Acessibilidade por um mundo melhor”, ajudar o mínimo que fosse as crianças carentes de nossa cidade e resgatar a MPB e Rock Nacional, ritmos musicais esquecidos pala sociedade, aconteceu há um mês e foi um sucesso. As pessoas que foram prestigiar compreenderam realmente o verdadeiro significado de amar e ajudar o seu próximo, pois elas deixaram o teatro praticamente lotado.
     Eu? Ah, vocês já devem imaginar, não é? Estava com aquele sorrisão de uma ponta da orelha a outra e ao mesmo tempo nervosa e ansiosa para conhecer a letra da segunda música que o meu “irmão” Weverton compôs para mim.
     Enfim, chegou a hora de conhecê-la e me derreter em lágrimas, feito uma “manteiga” (risos). Foi lindo, emocionante, perfeito para mim! O danado do Weverton planejou tudo: como ele apareceria diante do público, o lugar onde eu ficaria no palco, as palavras que falaria...

    Sabe quando você rir e chora ao mesmo momento? Pois então, eu fiquei assim.
    Ah, a música? Amei tanto que aprendi em dois dias, o nome é “Sonhos” e descreve todo o amor e carinho que o Weverton tem por mim. Letra disponível abaixo:

Te conhecer foi a melhor coisa que me aconteceu.
O teu sorriso, teu jeito de menina me conquistam.
Já sou todo seu!
Tuas brincadeiras, teus conselhos, tua forma de me acariciar,
o teu abraço e tua amizade já me fazem delirar.
As coisas vão, as coisas vêm, e por você me tornei alguém,
o meu passado foi apagado, fica aqui do meu lado!
(Refrão)
Sonhos, bobeiras, maluquices, brincadeiras...
Te fazer sorrir é o que importa pra mim, vamos ser felizes sim!
Com bobeiras, brincadeiras, coisas só pra descontrair.

        Em virtude dessa composição musical, se tornou impossível não deixar as lágrimas caírem, borrando toda a minha maquiagem, mas logo após essa linda homenagem, foi minha vez de retribuir tanto carinho, escrevi um texto de agradecimento aos anjos da minha vida, do qual lido por minha amiga Sabrina, fez algumas pessoas chorarem também (risos), inclusive a minha princesa Clarinha, amiga que sempre está comigo, me fortalecendo a cada dia a continuar e me apoiando em tudo.
        Presentes na minha vida? Com certeza eles são. Portanto, Clarinha, Weverton, que nossas amizades continuem sendo uma das maiores e fortes fortalezas existentes. Eu amo vocês seus lindos!
        Aos patrocinadores e aos poucos que ajudaram na organização do evento, agradeço de coração por tudo.





segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Campanha Acessibilidade por um mundo melhor

Sabe os sonhos? Pois então, parece algo tão impossível de se realizar né? Mas acredite, é apenas uma questão de superação, de crer no seu potencial.
Quem não tem sonhos? Quem um dia não quer realizá-los? Absolutamente ninguém. Porém, alguns acabam desistindo de lutar por eles, porque se cansam de tentar, tentar e não conseguir. A vida é assim, feita de altos e baixos, sabemos que nem sempre vamos vencer, se não der certo na primeira vez, vai dar na segunda, na terceira, mas de hipótese alguma nunca desista de seus almejados alvos.
Sempre fui a menina cheia de sonhos, de planos para o meu futuro, e um deles está se concretizando agora, do qual era criar uma lei, uma campanha visando melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência no mundo de hoje.

A campanha em si foi uma ideia minha, mas o primeiro a apoiar e a dar iniciativa foi o meu Amigo-irmão Weverton Costa, que convive diariamente comigo e minhas dificuldades. Apesar de ele ter somente 15 anos, é um menino super solidário, que ama ajudar o seu próximo e sabe o quanto é difícil para eu viver em um ambiente que não atende meus direitos como cidadã. Entretanto, no dia 18/06/13, ele declarou aberta em nossa cidade a campanha “Acessibilidade por um mundo melhor”, esse foi um dos presentes mais maravilhosos que eu já ganhei.
Hoje o grupo “Acessibilidade por um mundo melhor” está engajado na organização de um evento solidário, do qual acontecerá dia 11/10/13, no teatro cultural de nossa cidade. A principal finalidade do evento é divulgar a campanha e tentar resgatar uma boa música, por isso tem por título: Resgatando a MPB e o Rock Nacional.
O evento terá algumas surpresas, e uma delas é o lançamento de uma música que o Weverton compôs justamente para fazer a besta aqui chorar e estragar toda a maquiagem. Rs’
Weverton, meu irmão lindo, meu tudo, palavras não são o suficiente para agradecer todo o trabalho que você estar tendo em relação ao evento, em relação a tudo o que você tem feito para me ver feliz nesses quase dois anos que a gente se conhece. Eu te amo muito, muito viu!? Você foi o melhor presente que Deus me deu, espero que nossa Amizade continue se fortalecendo a cada dia.
Todos juntos formamos uma nação, portanto, peço às pessoas que acompanham diariamente o meu Blog, que divulguem e curtam no Facebook a página da Campanha (https://www.facebook.com/acessibilidadeporummundomelhor) e solicitem para participar do grupo também (https://www.facebook.com/groups/172988812876441/). Desde já agradeço a todos. :)                                                                                                                                            Beijos...

terça-feira, 23 de julho de 2013

Ensaio fotográfico

        Fotografia? Eterniza momentos... Ela relembra, encanta e não muda, mesmo quando as pessoas mudam.
    Adoro fotos, por isso sou uma grande apreciadora do trabalho de Nayanna Marques, uma excelente fotógrafa. Quando via os seus maravilhosos books ficava louca de vontade para realizar um ensaio fotográfico com ela, porém, sempre tinham empecilhos que acabavam atrapalhando e nunca dava para fazer essas tão sonhadas fotografias.
       Mas, com o destino não se discute e como tudo na minha vida acontece de uma maneira surpreendente, no dia 08/06/13 durante um evento solidário, tive o prazer e a imensa alegria de conhecer justamente essa magnífica fotógrafa, através de uma querida amiga. Nossa, eu nunca tinha visto uma pessoa tão simpática, meiga, talentosa... Entretanto, ela soube do meu desejo em ser fotografada por ela e não resistiu em me presentear com um belo ensaio fotográfico. Eu? Fiquei tão feliz que quase sai andando...  KKKK.
        Passamos uma tarde super divertida e emocionante no estúdio com a equipe de Nayanna e amigos.
      A maquiagem? Ah, é claro que não poderia faltar! Pois então, ganhei de Carla Guerra, uma make incrível, feita por Glenda Raíssa, a melhor maquiadora da região. Glenda, obrigada pela paciência de Jó e por me deixar tão linda para as fotos!
      A fotógrafa Nayanna é um amor, apaixonada pelo que faz, consegue nos transmitir segurança na hora dos clicks, opina nas caras e bocas e também nos looks.
     Nayanna, te desejo muito mais sucesso, que Deus continue abençoando você, sua família e seu trabalho. Parabéns a toda sua equipe!
       Deixo aqui o meu agradecimento a Carla Guerra, pela make, a Helena, assistente que não deixava nada sair dos conformes, a Renata pela blusa que me presenteou, a minha amiga-irmã Lara que ajudou a trocar meus looks, a Glenda que fez minha belíssima maquiagem, ao meu lindo Alê que me trazia e levava de um lado para outro sem reclamar... haha... e é lógico a minha querida Nayanna pelo book.


           Abaixo confira algumas fotografias do meu ensaio: