domingo, 7 de agosto de 2016

A fé move montanhas



Foto: Nayanna Marques

Habita fé em você? Se não habitar, leia Hebreus 11:1 e faça uma reflexão sobre a citação: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem”.

Às vezes tudo parece tão impossível não é? Algumas tribulações nos destroem por dentro, deixando nossa fé inteiramente debilitada, mas quando isso acontecer pense na grandeza de Deus. Ela é o seu recargo de energia que jamais o abandonará quando o resto do mundo te deixar na mão.

Muitos se questionam o porquê disso e daquilo, porém, quase ninguém para e avalia porque estão passando por certas situações. No entanto, se alguém viesse e me perguntasse como eu sou feliz, mesmo vivendo em uma cadeira de rodas, mesmo não conseguindo se movimentar e nem falar idêntico aos demais, eu daria a seguinte resposta: Deus compreende o meu caminho, sabe que eu necessito viver adversidades para me fazer perseverar pelos sonhos que fazem parte do meu querer. Ele só me dará um fardo incompatível com a minha força de superação, por ter a certeza que a fé que há em mim é inabalável e capaz de mover um imenso conjunto de montanhas.

Portanto, por mais falhos que sejamos, Ele não desiste e nem deixa de amar os seus filhos. Só devemos nos libertar das maldades que imperam sobre o mundo e nos firmar em Sua palavra. Precisamos ter confiança e fé nesse amor incondicional vindo dos céus, pois só assim, o Deus do impossível pode fazer infinitamente mais por todas nossas almas viventes.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A rota de planos mudou


                O tempo e a minha concepção desse planeta terra são outros. Ao redor, o ir e vir das pessoas são mais intensos. No peito, quase sempre aperta a saudade dos que se distanciaram por algum motivo ou até mesmo por causa dos estudos. A lista de sonhos cresceu. As responsabilidades, necessidades e adversidades se multiplicaram. Por conta disso, a Ritinha foi substituída por uma muito mais forte e determinada.
           Só engrandeço diante das catástrofes impostas. Hoje, sou mais devota e por ter mais confiança em mim, quero ganhar esse mundão. A bagagem de conhecimento que adquiro a cada semana, tanto trabalhando como colunista no jornal Juruá Online, quanto da faculdade tem me feito muito bem. Não penso em largar a dança e viver a vida, ousar dela com mais veemência se tornou o meu principal objetivo.
   Observar a beleza que há em um pôr do sol e nas estrelas que compõe o céu pela noite me fizeram decidir compartilhar, num livro, como eu ainda posso ver tais belezas no meio de tantos desafios que o cotidiano me traz. A ideia desse livro vem sendo amadurecida já têm uns anos, comecei a trabalhar nele há alguns meses, quero e vou conseguir publicar se Deus quiser. Isso, não é da minha parte um capricho. O lucro que viso também não é de dinheiro concreto, mas se eu fizer com que as pessoas sejam um pouquinho mais felizes e reclamem menos dos seus problemas, já ganho rios de dinheiro. Portanto, o que planejo, é fazer em três versões (convencional, em Braille e áudio-book), a minha autobiografia de uma forma inteiramente motivacional.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Retrospectiva do ano da menina do sorriso solto

                Já repararam como é bom dizer "o ano passado" (coisa que estamos prestes a dizer daqui a algumas horas)? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraordinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas.
                2015 foi O ANO na minha vida, aconteceram muitas coisas que mudaram o rumo da minha história da água para o vinho. Logo no início desse ano eu e todos da minha família tivemos que lhe dar com a dor mais horrível da face da terra: a dor da perda, pois Deus quis que meu tio Gelson fosse habitar o mesmo lugar que Ele, mas eu sei e sinto que o seu ser espiritual sempre estará no nosso meio, cuidando de cada um que o ama e tem saudade.
                Além da saudade do meu tio, eu tive que saber controlar a saudade da equipe e dos amigos Weverton, Lara, Nati, Duda, Sabrina, Erika, Clara, Jeni da escola Dom Henrique Ruth onde fiz o meu Ensino Médio, já que mal tinha iniciado o terceirão quando fui abençoada com uma vaga no curso superior dos meus sonhos, Letras – Português.
                Ah, o meio acadêmico! Eu nem acredito que consegui entrar em mais esse sonho cheio de dificuldades e encontrar duas meninas de ouro: Débora e Ilana. Pessoas que hoje são minhas grandes esperanças por tudo melhor e que me mostraram que amizade é bem mais do que palavras. Foram elas que desde minha primeira noite de aula se juntaram a mim para sempre e em tudo: nos trabalhos, nas jantas no R.U, bagunças no pátio da UFAC onde todos já conhecem nossas famosas gargalhadas, enfim, na vida.
                Foi também em 2015 que o coração da menina do sorriso solto bateu mais forte por um homem, porém, depois de um tempo, não dando certo, ela chegou a sua velha conclusão que homem merecedor do seu amor ainda está pra nascer.
                E o balé? Eu e Aldinei brilhamos, nos emocionamos, superamos a dor, as condições de lugares e até viajamos especialmente para dançar. E eu? Além de dançarina, escritora, universitária, atleta, a direção geral do Juruá Notícias me concedeu a imensa honra e responsabilidade de trabalhar lá, desempenhando o papel de colunista, fator importante para as pessoas com deficiência.

                Ufa! Realmente minha vida mudou. Obrigada todos os que fizeram parte do meu 2015! Eu amo vocês! E um feliz ano novo.










domingo, 6 de setembro de 2015

O ser humano não deve só falar, mas agir

A minha estatura é minúscula, mas meus sonhos e esperança eu não consigo explicar a dimensão.
Bem, há algum tempo coloquei nos meus planos de vida contar a minha história para o Brasil mais especificamente em um programa nacional de televisão e daí um texto ganhou vida.

Eis ele aqui:

                                         Alçando mais um voo

             Querido Luciano, em minha concepção prevalece o impossível, os sonhos e o verbo acreditar. Eu não saberia te explicar ao exato o porquê, mas uma coisa é certa: sonhos impossíveis se tornam inexistentes quando se acredita.
                Eu sempre soube que Deus nos dá asas para alçarmos nossos voos o mais alto que pudermos e por isso estou aqui escrevendo para sua digníssima pessoa.
                Me chamo Rita de Cássia, a (Ritinha), tenho 20 anos, sou escritora (pelos menos me considero como tal rs) e sou muito feliz por ser diferente dos demais seres humanos. Possuo uma paralisia infantil que ao invés de poder me destruir em todos os sentidos, é ela o meu real motivo de nunca desistir quando se trata das realizações dos meus devaneios. E o lugar onde moro? Cruzeiro do Sul, município do Acre. Muitos dizem que você e sua produção não vêm até aqui, porém, eu creio que o que importa para o caldeirão são as histórias e não os lugares, portanto tenho a convicção de que mais cedo ou mais tarde vocês virão me conhecer.
Bem, foram meus avos paternos, juntamente com o meu pai que me criaram desde pequena. Eles me acolheram com muito amor, carinho e sempre zelaram por uma boa educação na minha vida. Contudo, esse ano eu consegui proporcionar a eles um imenso orgulho: Sou a primeira pessoa com a minha deficiência física a ingressar na Universidade Federal do Acre, no curso de Letras-Português.
                Luciano, é de batalhas que se vive a vida, eu mesmo em uma cadeira de rodas já quebrei muitas barreiras e fronteiras. Hoje graças a um anjo, o Aldinei que fez de suas asas as minhas, eu brilho na dança, danço tudo o que desafiarem, mas o nosso número mais emocionante mesmo é o balé. Sobretudo, não quero somente o mundo da dança para brilhar e fazer a diferença, tenho um grande desejo de construir um mundo mais acessível e melhor para as pessoas com necessidades especiais.
                Hoje sou conhecida e admirada na minha cidade e até outros municípios do estado por persistir, almejar mais respeito, inclusão e atos solidários para o próximo que seja diferente. Não temo colocar a boca no trombone quando não se tem acessibilidade para um cadeirante nos recintos públicos e privados, fico indignada quando vejo injustiças imperdoáveis com os que portam alguma limitação visual, auditivo, entre outras. É triste você chegar ao conhecimento que alguém fica aprisionada junto com todas as suas vontades em sua própria residência, porque os lugares carecem de uma rampa de acesso, um piso ou transporte especial, dos quais podem ser resolvidos de forma tão simples.
No Brasil Luciano, lutar pela questão de uma acessibilidade de qualidade em todos os requisitos é complicado, quase ninguém dar à mínima, infelizmente. No entanto, sou rodeada de anjos que priorizam o meu bem e felicidade, eles são minha fortaleza que enche-me de coragem, que me apoiam, me amam e se sensibilizam com os desafios que enfrento ao me locomover nos lugares, por isso boa parte dos meus amigos já abraçaram e brigam pela causa. Um deles, Weverton (uma das minhas bençãos de Deus) sempre soube da minha vontade de criar um âmbito mais adequado, digno e com menos constrangimentos para as pessoas com deficiência, foi aí que surgiu o projeto “Acessibilidade por um mundo melhor”, um trabalho de conscientização que além de querer ampliar o patamar da acessibilidade em todo o planeta, visa trabalhar melhorando a saúde motora destes seres, o projeto quer também incentivar as pessoas a não olharem para nós como coitadas, mas sim como exemplos de vida a serem seguidos e que são merecedoras de respeito como qualquer outro dito “normal”.
Sou sua fã, você tem um caráter incrível, suas atitudes são inigualáveis, das quais sempre buscam ajudar o seu próximo e é por esse motivo que aqui estou. Querido, dentro de mim existem vários sonhos, entre eles estão: poder te contar a minha história de superação; dançar o meu balé no seu palco; quero contar com a sua sensibilidade e ajuda para a conscientização por mais acessibilidade e respeito a essa parte da população que tanto necessita de alguém de pulso firme para travar grandes lutas por elas; tenho muita vontade de conhecer o trabalho dos profissionais do centro de reabilitação Sarah Kubitschek; e o meu maior sonho é ganhar os recursos necessários para fundar o centro de reabilitação “Anjos” no meu município, pois nem todos possuem condições financeiras ao ponto de custear um tratamento especializado.
Portanto, lembra da frase do início “Sonhos impossíveis se tornam inexistentes quando se acredita.”? É acreditando nisso que sei que você ouvirá essa história sendo contada por mim, aqui no Acre.
 Não é mais #AnaClaraNoCaldeirao, agora é #RitaUmaCadeiranteFelizNoCaldeirao
Compartilhem.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Ensaio fotográfico (presente de aniversário)

                Perfeito é tudo aquilo que tem o toque de Deus, tudo que vem de sua vontade e poder. Uma prova dessa perfeição é a natureza, a mais bela obra-prima do Senhor, da qual com suas belezas nos encantam, nos deixam perplexos, sem palavras...
                É extraordinário ouvir os cantos dos pássaros, sentir os perfumes das flores, ter o verde da grama impregnado em sua pele e ver o sol se pondo no finzinho da tarde. Foi em meio a tanta exuberância natural que os cliques do meu 2º ensaio fotográfico ganharam vida.
                O fotógrafo Weverton Costa, meu irmão de outra mãe é um louco (k), é criativo, nos surpreende a cada flash, é admirável o amor e profissionalismo, dos quais ele exerce esse mais novo talento. É, hoje me dou conta de que o meu menino está crescendo não só no tamanho como também naquilo que gosta e ama que é o mais importante, lógico, fico bastante feliz ao ver ele construindo aos poucos o seu castelo de sonhos com tudo o que lhe traz prazer e felicidade.
  
             Entretanto, em Janeiro faço aniversário e como o Weverton nunca deixa passar por despercebido, esse ano me presenteou com um belo ensaio fotográfico. Nossa! Foi incrível, amei tudo. Passamos umas quatro horas com a sua equipe e amigos, era um ensaio de fotografias, mas também foi um de comédia (kkk), pois quando Weverton e eu estamos juntos, ainda mais uma tarde inteira é um Deus nos acuda (rs).
                O Ton (apelido fofinho de Weverton) caprichou em cada detalhe: na escolha do lugar; nos diversos ambientes fotografados; nas decorações; e macacadas também. Ele mais uma vez me favoreceu momentos lindos, risadas verdadeiras, olhares sinceros, abraços que acalentam minha alma e coração. No entanto, o típico dele mesmo é pregar peças em mim, sendo assim, me sujou toda de tinta guache e fez-me ir para casa a pé (ops de cadeira de rodas) parecendo uma palhaça, com todos da rua olhando a minha situação (kk), mas o bom é isso: se divertir e aproveitar as maluquices da vida.
                Eu sou e sempre vou ser grata a Natalia, amiga que ajudou a trocar meus looks; a Rafaela Borges que fez minha make; a nossa querida assistente Helena Costa; a Japa (minha cunhada) por ter ficado horas confeccionando corações para a decoração; e claro ao meu lindo Weverton por todo o trabalho que teve comigo, por me carregar para cima e para baixo no colo, pelo presente de aniversário...

                Irmão eu te amo, estarei do seu lado no que tiver de acontecer, você sabe. Quero ver esse seu sorriso sempre, por isso eu te digo que vou lutar por tudo o que te faz feliz e te peço que continue plantando suas boas sementes para no futuro colher maduro, porque serão através delas que virá ao teu encontro um sucesso estrondoso e promissor.

                                                                                                                                                                                                            



quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Dança e cadeira de rodas combinam?


             Há uns dois anos, o músico Weverton Costa (não de sangue, mas meu irmão) ao observar e compreender os meus desafios diários acabou compondo a música Fronteiras & barreiras e desde então a frase: “Na vida sempre vamos encontrar fronteiras e barreiras que temos que quebrar” tem me ensinado a batalhar por tudo o que almejo, também anda me incentivando a ser uma garota forte, da qual vive intensamente sem dá a mínima para o amanhã e que ao amanhecer dos dias acorda disposta a quebrar todas as dificuldades e paradigmas propostos pela sociedade.
                No entanto, na medida em que as pessoas foram convivendo, conhecendo os meus sonhos e até onde a deficiência me limitava, elas se tornaram as principais descobridoras dos meus talentos: com as palavras; no esporte; e agora na dança.
Dançar em uma cadeira de rodas? É quem diria. Realmente a composição de Weverton é um pequeno espelho da vida. Nós encontramos tantas pedras no caminho, empecilhos que incessantemente lutamos para vencê-los, porque sabemos que por de trás de tudo isso existe uma felicidade a nossa espera, contudo, a dança foi mais um obstáculo, do qual resolvi ultrapassar. Ela começou a fazer parte do meu dia a dia a mais ou menos um ano por incentivo do dançarino da APAE, Aldinei Gomes.
Na 1ª semana quando vi os níveis dificultosos de cada passo minha frase foi: “Definitivamente eu não nasci para isso.” Mas com o passar do tempo, conforme fui sendo encorajada, tendo foco e ganhando o apoio de todos, principalmente do meu professor de dança Aldinei, eu fui me apaixonando e aprimorando cada vez mais nessa belíssima arte.
Lembram-se da frase dos primeiros ensaios? Então, ela deu lugar a muitos outros sonhos. Eu respirei fundo e fui... Deixei-me embalar ao som da música, comecei a se dedicar, dá o melhor de mim mesmo, pois além de saber que seria um desafio e tanto, também sabia que ao realizar os inúmeros passos e exercer com sucesso os mais variados estilos de dança eu teria uma imensa felicidade.
Já fiz apresentações de Balé e Salsa. O Balé foi o que mais exigiu de mim, na verdade era um sonho, sempre achei lindo e meigo as bailarinas de pontinha de pé, aquelas piruetas e pensava consigo mesma: “Será que um dia vou dançar assim como elas?”. Com ajuda, paciência, disposição do Aldinei, eu consegui, fiquei de pontinha de pé também, até piruetas teve (rs). Mal sabia se ria ou chorava, mas uma coisa é certa, por dentro eu estava explodindo de alegria.
Daqui para frente pretendo continuar dançando, aceitando ser desafiada pelos passos, ritmos e quem sabe além de escritora seguir profissionalmente na dança. Enfim, agora só me resta agradecer a todos que me apoiaram, a APAE e ao Aldinei que me pôs nessa berlinda, mas que acima de tudo acabou me mostrando que a dança também não é impossível para uma cadeirante, aliás, nada nesse mundo é quando temos garra.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Paralimpíadas Escolares 2013



           Ganhar, perder e evoluir? Foi isso o que a vida me ensinou, principalmente nesses últimos meses.
Como dizia Renato Russo: “Quem acredita sempre alcança”, contudo, nos últimos tempos eu acreditei e alcancei tantos sonhos, tantos objetivos, dentre eles: a criação do projeto ”Acessibilidade por um mundo melhor”; a minha trajetória no Ensino Médio; e as Paralimpíadas Escolares.
Bom, para quem não conhece a Paralimpíadas Escolar é tida como o maior evento envolvendo esportes e pessoas com limitações, do qual tem como principal finalidade estimular a participação dos jovens estudantes com deficiência física, visual e intelectual de todas as escolas do território brasileiro em atividades esportivas e assim promover a ampla mobilização em torno de exercícios.
Em virtude disso, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) me concedeu a imensa honra de participar das Paralimpíadas Escolares 2013, sediada em São Paulo, sendo eu uma das atletas representantes do estado do Acre, na modalidade Bocha (Esporte adaptado para cadeirantes).
Durante essa viagem tive a certeza de que a vida é apenas uma questão de superação, pois quando temos determinação ninguém nos segura. A ida à São Paulo me proporcionou uma felicidade  enorme, me fez competir e aprender com belos exemplos de perseverança; me classificar para  o campeonato regional do meu Estado; fez-me viver aventuras tidas como novas experiências; conhecer e fazer novos laços de amizade; e também perceber que uma derrota nos ensina mais do que mil vitórias.
Um dia me disseram que só você pode escrever sua própria história, portanto, eu realmente estou escrevendo a minha.
Enfim, só quero agradecer a APAE por me dar a grande oportunidade de viver momentos incríveis, de poder interagir com atletas de todos os estados brasileiros, nossa, para eu ter participado das Paralimpíadas Escolares 2013 mesmo perdendo nas quartas de finais para o estado de Santa Catarina e não ganhando medalhas, já foi uma vitória imensa.

Valeu a todos que torceram e vibraram por mim, valeu gente, valeu São Paulo!